The Strokes está confirmado no Planeta Terra Festival 2011
Na minha última coluna fiz uma brincadeira a respeito do Rock in Rio. Hoje, vou falar de outro festival, o Planeta Terra Festival. Com data definida para 5 de novembro desse ano, o evento confirmou a presença de três nomes interessantes. The Strokes, The Vaccines e Toro Y Moi. A coluna de hoje é sobre isso. Vamos nessa!
Foi com a confirmação da banda de Julian Casablancas que os olhos das redes sociais se voltaram para o festival. O alvoroço foi tanto no Twitter que fui obrigado a comentar sobre o assunto. Recentemente, a banda nova iorquina lançou “Angles”, um álbum bem bacana. Elogiado pela crítica, alcançou a marca de 4 estrelas na resenha feita pela revista Rolling Stone. A mesma foi além, dizendo que Angles é “o melhor álbum que The Strokes já gravou desde Is This It, de 2001″.
Strokes é um show que tenho vontade ver. Por que eles foram responsáveis por trazer o rock à vitrine novamente lá em 2001. Lembro até hoje do clipe de Last Night no topo do Disk MTV. Bons tempos. Mas o legal é que mesmo com Angles quentinho nas lojas, os americanos já estão de volta ao estúdio para trabalhar em um novo disco. Nessa segunda (25/04), o baixista Nikolai Fraiture comentou no seu Twitter que estava “super empolgado de entrar no estudio e trabalhar novas ideias”. Ele ainda disse que vai manter seus followers bem informados sobre o assunto. É legal ver como o Twitter aproxima o artista dos fãs.
Os outros dois nomes confirmados, The Vaccines e Toro Y Moi, são bandas que desconheço o trabalho. Mas bastou pesquisar um pouco para aguçar minha curiosidade a respeito dos dois. Os britânicos do The Vaccines chegam ao Brasil com seu álbum de estréia, intitulado “What Did You Expect From the Vaccines?”, lançado no ano passado. Pelo que pesquisei, os gringos tem um estilo de som próximo de The Ramones e The Jeses e Mary Chain. Já Toro Y Moi, nome artístico do amerciano Chaz Bundick, tem como principal característica a mistura de gêneros, passando pelo freak-folk e R&B. Vale uma conferida.
No ano passado o Planeta Terra Festival contou com nomes como Smashing Pumpkins, Pavement, Mika, Hot Chip e tantos outros. O site do Terra transmitiu as apresentações para todo o Brasil e América Latina em HD, acredito que isso se repita em 2011. É uma alternativa para quem não conseguiu comparecer ao festival por motivos maiores (grana). Outros nomes de peso já passaram pelo palco do festival, entre eles, Kasabian, Iggy Pop, Offspring, Kaiser Chiefs e mais uma galera.
A novidade de hoje é a seguinte. A Revista Luminus esteve presente na Feira Music Show, que aconteceu em Porto Alegre nos dias 16 e 17 de abril, feira que contou com a presença da marca Alba, famosa fabricante de baquetas. Fomos presenteados pela assessoria de imprensa da Feira Music Show, PlayPress Assessoria de Imprensa, com um par de baquetas da Alba modelo Shark Grip, e o melhor de tudo é que quem vai ficar com esse lindo par de baquetas é você, meu caro leitor.
O comentário com a resposta mais criativa para a pergunta abaixo vai levar de barbada esse presente.
O baterista dos Strokes é Fabrizio Moretti, nascido no Rio de Janeiro em 1980, foi morar nos Estados Unidos quando tinha quatro anos. Na sua opinião, por que Fabrizio não seguiu suas origens montando um grupo de samba, MPB ou qualquer estilo oriundo da terra tupiniquim? Vocês tem até 10 de maio para participar. O resultado sai na coluna do dia 11.
Dica: gosto de humor, então, me façam rir. Aquele abraço!
Vídeos:
The Strokes – Under Cover Of Darkness
The Vaccines – Post Break-Up Sex
Toro Y Moi – Talamak
Fonte: Rolling Stone BR, Terra











Acredito que Fabrizio pensou no futuro: músico carioca conquista tipos como: Viviane Araújo, Adriana Bombom, Sheila Mello e sua xará Sheila Carvalho, entre outras ‘personalidades’. Na gringa ele recebeu uma declaração da Drew Barrymore em uma página inteira de jornal. É uma questão pura e verdadeiramente profissional.
Abraço Marco
Fabrizio toca na gringa pq lá ele não paga imposto nos equipamentos musicais. Se ele ficasse nessa porra de país, ele ia tocar rebolo e nas horas vagas frequentaria o bar do russo. FATO.
Creio que Fabrizio é contente com oque faz, pelo jeito de tocar em sua bateria mostra seu contentamento com sua música, e digo mais, que no fundo ele queria montar um grupo de samba, mas como foi forçado a ir aos Estados Unidos, teve que tocar rock por não achar musicos de samba! minha opinião!
Na moral mesmo, o Fabrizio descobriu, através de informações privilegiadas, o que sucederia no mercado musical brasileiro nos anos vindouros.
Utilizando sua mágica Baquetinha de Cristal, previu que o futuro do rock brasileiro seriam bandinhas coloridinhas com cabelo nos olhos e falantes do dialeto MiGuXêS.
Aí ele pensou: “isso é uma puta falta de sacanagem com o bom e velho rock ‘n roll. Não quero ver minha banda ser xingada muito no Twitter por adolescentes com hormônios à flor da pele. Vou me tocar pra gringa que me dói só de pensar que isso pode acontecer”.
Deu no que deu.
Sabe muito, este Fabrizio.
Vendo o cenário musical brasileiro na década de 80, com bandas como Barão Vermelho, Blitz e Legião Urbana, o pequeno Fabrizio constatou que o rock n’ roll tupiniquim não poderia ficar melhor. Sendo assim, migrou para os Estados Unidos, onde viu que o rock estava uma droga com bandas insípidas, inodoras e incolores como U2, The Clash, AC/DC e tantas outras de um hit só…
Jovem Fabrizio foi um visionário.
Fabrizio Moretti é gente que faz.
obviu que foi porque mostraram pra ele quantas mulheres o zeca pagodinho tinha pego em virtude de ser um sambista e quantas o mick jagger tinha pego in virtude de ser um rockeiro, dai foi facil decidir qual lado seguir…
O Fabrizio toca rock porque, cedo ou tarde, o branco se atravessa no samba.
acredito q sempre seguimos nossas origens e tendências. o caso dele parece ser banal. se ele se mudou aos 4 anos de idade é muitíssimo mais norte-americano doq brasileiro. nao faria sentido ele ter um grupo de samba, os americanos nao entendem nada de samba. mas mesmo brasileiros q vivem no Brasil muitas vezes tem na sua natureza outros estilos. se assistir mtv e ouvir radio atlântida, um jovem nao aprenderá nada sobre samba. eu fui ouvir samba pela primeira vez aos 21 anos já na faculdade, quando esqueceram um cd do joao gilberto no meu carro.
É nóis!!!
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